sexta-feira, 27 de novembro de 2020
Soneto: Breve Lousa
quinta-feira, 26 de novembro de 2020
Condeno-te por cada momento
segunda-feira, 23 de novembro de 2020
O mundo não me pertence mais
sábado, 21 de novembro de 2020
Eu te condeno
O Corvo
quarta-feira, 11 de novembro de 2020
Bom soldado, amigo e guerreiro
segunda-feira, 9 de novembro de 2020
Seja forte e sempre com orgulho
quinta-feira, 28 de maio de 2020
Os desejos cruéis e remetidos
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Pela arte na obra destemida.
O voar por lugares onde a vida
É apenas o inicio do mal tido.
Espero tanto os beijos perdidos
As horas alegres de outros fatos
As precipitações dos meus atos
Os desejos cruéis e remetidos.
Espero perder sem preocupação,
O compulsivo jeito de pensar,
O cair e o errôneo levantar.
... os abraços cheios de paixão,
Mas tudo isso ainda causa pena.
Pois sem amor só a morte encena.
(Pedro Araújo)
segunda-feira, 4 de maio de 2020
É linda
Não entendo esse caminhar
Sereno que ainda me leva a te ver.
Talvez seja um impulso do ar.
Os redemoinhos varrem as folhas,
Elas sobem, dançam e se perdem.
No mundo vivemos de escolhas,
Mas até nisso acasos acontecem.
Eu observo a alegria em volta,
As abelhinhas nas flores diversas.
O sol brilha em visível revolta,
Com a beleza que tu dispersas.
Agonizante, ele se retira e ainda
Ao sair parece dizer: - é linda.
(Pedro Araújo)
domingo, 3 de maio de 2020
O Antiverso II
Entregue aos colapsos
De eventos anteriores.
Desse mundo espero paz,
Amor, sabedoria.
Eu espero desse mundo
O que espero de mim.
Mas de mim pouco entendo.
Talvez por isso
O mundo ande tão
Complicado.
O autoentendimento é difícil.
Para não dizer raro.
Um prato chique, cheio
De detalhes e ornados
Brancos. Vi isso
Em um belo cult. De fato,
O Globo tem o formato
Da minha cabeça.
Está repleto de coisas
Das quais quero me livrar.
Mas é difícil sair por aí
Dizendo que acabou.
Chega de cometer os mesmos
Erros. Sofrer as mesmas
Desilusões e chorar
Pelas mesmas horas.
Observo um mundo perdido
Em seus medos. Dos quais ainda
Me escondo por serem,
Fatalmente, os meus medos...
(Pedro Araújo)
Não faça de mim, não ainda
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De calor intenso e sexo sufocante.
Na altura do mais frio e errante
Homem procurou o que se repele.
Era o coração que lhe pertencia,
Jogado no mar escuro e profundo.
Nas impurezas de outro mundo,
Diferente daquele ao qual se via.
... não faça de mim, não ainda,
Esse sofredor sem norte, iludido,
Por uma feição triste e linda.
Permita-me sucumbir ao desejo,
Ao impulso de um fim temido,
Ao que me provoca outro ensejo.
(Pedro Araújo)
quarta-feira, 15 de janeiro de 2020
Texto Casualíssimo
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